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SERGIO MAESTRELLI

há 10 horas
4 min de leitura

EM ALGUM LUGAR DO PASSADO


A edificação em madeira construída em 1959 por Bruno Renato Mariot para o funcionamento provisório da Oficina de Chapeação e Pintura. Foi demolida em 1971 para dar lugar a uma nova edificação. O local ficou conhecido na década de 60 como o “Barracão do Valdir” Possamai. Do lado esquerdo, parte das instalações da lendária Mecânica Urussanguense na Barão do Rio Branco e também o Departamento de Peças e Acessórios. Os irmãos Ernesto e Paulo Mariot atuaram neste acessório, nos tempos do “Óleo Mobil, lubrificantes de última geração”. Época de ouro da SOCIR - Sociedade Comércio, Indústria e Representações Ltda. Já no barracão, atuou um dos maiores chapeadores da história de Urussanga: Egídio Scarpato, o Fifi, aqui num registro de 2003 na Mecânica Maestrelli Ltda. Ele atuou numa época em que não havia para-choque, para-lama, porta ou capô sobressalente para a venda. Era preciso consertar aquele que foi amassado. Se você duvidasse, ele colava até para-brisa juntando os cacos. Uma época de ouro na década de 60, em que não se tinha o Wi-Fi, mas tínhamos o Fifi. O automóvel e seu proprietário agradeciam os seus serviços.


PRÊMIO ASSIDUIDADE?

Prêmio assiduidade aos servidores públicos. TJSC considerou ilegal prêmio de assiduidade aos servidores do município de Maracajá/SC. Lei previa até R$ 330,00 como prêmio de assiduidade a servidores que tivessem frequência integral. Era só o que faltava no serviço público, incentivo em dinheiro, além do pagamento normal, a servidores que não faltassem ao serviço. O Projeto foi aprovado pela Câmara e sancionado pelo Prefeito Aníbal Brambila. Pasmem, Senhores. A manchete da matéria bem que poderia ser: “Maracutaia em Maracajá”. O primeiro e o mais banal dever de um servidor é bater o ponto. Pode até ser que não faça nada, mas é preciso bater o ponto e permanecer no recinto. Afinal o cidadão paga para ser atendido. A aprovação deste incentivo seguramente foi realizada por pessoas de outro planeta. Só pode. Como afirma a jornalista da Band Adriana Araújo, o país vive um festival de descalabros. E vive mesmo, seja na Capital Federal ou nos mais distantes rincões desse Brasil varonil. Além do maracujá, temos Maracajá e maracutaia.


PÍLULAS


  • Da série “Ironias”. Por mais incrível que possa parecer, a realidade é que o maior cabo eleitoral que impulsionou a Onda da Direita de domingo nas urnas foi o STF. Ele foi o maior perdedor da eleição e seguramente deve ter sentido o tranco.

  • Numa conversa recente com o vereador João Batista Bom, o resgate de uma fala na Câmara. Disse ele: “Existe médico bom e médico ruim, existe pedreiro bom e pedreiro ruim, existe motorista bom e motorista ruim, existe jogador bom e jogador ruim. Existe vereador bom e vereador ruim. Eu, por exemplo, sou bom.”

  • Pesquisadora iniciará estudos sobre o vinho Goethe e alerta para fraudes no RS. O Goethe que está sendo comercializado em garrafas Pet. Tudo indica tratar-se de um vinho proveniente da uva “Casca Dura”. Não é Goethe. A Associação ProGoethe deverá tomar as medidas legais cabíveis, utilizando uma expressão do repórter policial Bruno Brognoli.

  • Aguente que vem chumbo quente, vivente. No banco do jardim da praça, fui abordado com um: “Maestrelli, você sabe o que mais atrasa uma obra pública? É o acerto de compadres entre o Poder Público e as respectivas empresas terceirizadas.”

  • Se tu diz... Um faz de conta que fiscaliza e o outro faz de conta que trabalha, e trabalha, mas no mais fiel estilo tartaruga com a pata engessada. Com relação à qualidade das mesmas, fica para a próxima edição, por questões de espaço.

  • “Fiz muito turismo de graça. Conheci o Brasil inteiro por causa de um caminhão nos tempos do arrebite, de tocar por quase 72 horas. De ficar sem café, almoço e somente com a janta para economizar. Um caminhão novo te dá dinheiro por três anos. Depois venda, porque ele, com a manutenção, começa a tirar tudo o que ele te deu. Bons tempos aqueles em que no pátio do Rainha do Mundo cantávamos o hino nacional. Bons tempos aqueles da juventude rodando com um Corcel I Laranja, 1971, da Ford.”

  • Da conversa com o grande amigo Eduardo Zanatta no domingo, quando no Rainha do Mundo, aguardávamos o início da votação.

  • “Estamos acertando no atacado e pecando no feijão com arroz”. Secretário Municipal de Agricultura Genevaldo Cardoso, o Vardinho. Consciente e correta a observação do presidente do MDB Urussanguense.

  • Você aí que tem prazer sádico em maltratar os animais abra bem seus dois olhos. Espíritos imundos arderão no fogo eterno ou vão penar muito para purificar o espírito. Observamos nas redes sociais, cenas terríveis de animais sendo maltratados em nome da ignorância e da superstição.

  • Comitiva urussanguense em terras portuguesas e italianas. Pisando no chão de Camões e Cabral, de Longarone e de Valdobbiadene, a terra do Prosecco. Vai haver muitos brides com Prosecco e ProGoethe.



ATTENTI RAGAZZI


Alguém nos indagou: “E aí Maestrelli, você é da turma da imprensa ou da turma da prensa?” Das duas, meu amigo. As duas são necessárias na vida em comunidade. Se não existisse a imprensa, com a devida prensa, estaria tudo descarrilhado.




É tempo de cavaquinho. Pelas ruas da cidade, circulando na carroceria de uma Ford Ranger, o mascote “Cavaquinho” com a meninada e o Pe. Eduardo Borges Viana, “sócio-gerente” da Fábrica de Cavaquinhos da Igreja Matriz Nossa Senhora Aparecida do histórico Bairro da Estação.

A fábrica iniciou a produção no último dia 5 e se prolonga até amanhã. São 7 cavaquinhos por dez reais

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Criado por Lady Cogumelo - Panorama SC

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