SERGIO MAESTRELLI
- MARCIA MARQUES COSTA

- há 18 horas
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PRAÇA LONGARONE

Neste ano vamos a Longarone para comemorar os 35 anos do Gemellaggio Urussanga/Longarone. A Praça Longarone, ao lado do Fórum da Comarca, está necessitando de uma repaginação, principalmente em seu piso de petit-pavé. Carlos Drumond de Andrade nos diz, num de seus poemas, que há uma pedra no meio do caminho.
Em Urussanga há muitas pedras no meio do caminho e o pior, centenas delas fora dos devidos lugares. A questão foi levantada pela conselheira Jaira Meneghel, integrante do Conselho Municipal de Política Cultural (CMPCUR) e está coberta de razão. Transitar por esta praça com salto alto é bem mais temerário do que transitar de salto alto pelo parque, como muitas alegam e reclamam. Então, Secretaria de Obras, ao lavoro e vamos reassentar todas aquelas pedras amontoadas ao redor da figueira que foi plantada no final da década de 60 por Archimedes Costa.
Naquele dia eu estava lá. Na época, nada do Fórum e sim do Parque Infantil municipal que marcou a infância e adolescência nossa e de toda uma geração de amigos e conhecidos.
CASA DO COLONO

A Casa do Colono, iniciada na administração de Johnny Felippe e concluída na administração de Luis Gustavo Cancellier, que hoje pode ser denominada de nosso mini Centro de Eventos, é mais um exemplo da precariedade das obras públicas.
Grande parte das tijoletas da parte frontal da Casa do Colono no Parque Municipal já descolaram. Sem a fiscalização devida, quer nos parecer que as tijoletas foram coladas com cola Tenaz ou com a cola goma arábica dos Correios. Só pode, porque a cada 40 minutos, uma tijoleta se desprende da referida edificação. Por enquanto, segundo consta, nenhuma na cabeça de alguém. Mas não vamos dar sopa para o azar. É preciso uma ação urgente. Só para exemplificar, as tijoletas do prédio do SUS (apenas como referência) tem mais de 60 anos e para retirá-las, só com talhadeira e martelo. A Casa do Colono não pode se transformar no San Gennaro 2. Que o DEPLAN acione a construtora. Qual foi o prazo de garantia da obra? Além das tijoletas que se soltam, ouve-se também os pingos de água no forro.
EM ALGUM LUGAR DO PASSADO

Nas décadas de 60 e 70, aos domingos, antes e depois das missas, a visita ao mini zoológico implantado pelo Pe. Agenor no entorno da Gruta Nossa Senhora de Fátima. Várias aves e animais, e dentre eles, a sensação do momento: o macaquinho que monopolizava a atenção dos visitantes. O Zoológico servia de chamarisco para a gurizada participar das missas. Estratégias do Pe. Agenor que nos deixou em 2006, portanto, há 20 anos.
PÍLULAS
“Zé Ramalho tem mais neurônios do que nós todos juntos.” Jair de Ávila, o Bicudo, fã do cantor paraibano que já se apresentou aqui em Urussanga no Anfiteatro Municipal.
De Urussanga para Timbó - A Dra. Ana Lia, ex- desembargadora agora é timboense. Suas duas filhas, Marina e Karen, assumiram o Tabelionato de Notas e Protestos de Timbó numa sede revestida de bela arquitetura. Marco de uma nova etapa sempre pautada na dedicação, compromisso e respeito. Que essa nova etapa que se inicia seja carregada de êxito e competência a você Marina, a você Karen. Que a cada dia do “Cartório” envolva realização pessoal e profissional. Que Timbó, “A Pérola do Vale”, seja cada vez mais “Pérola”. Um passado de grandeza, um presente marcante e que Timbó siga na sua trajetória em busca de seu grande destino. Ana Lia e as filhas, por muitos anos, residiram aqui em Urussanga. Agradecemos o convite recebido.
“Combate à corrupção: o nosso mato sem cachorro”. Jornalista Jorge Pontes.
Velocidade de tartaruga. E o asfalto do trecho urussanguense de menos de um quilômetro na Rodovia dos Imigrantes, no Rancho dos Bugres, cujo start foi dado no dia 29 de janeiro, entra no mês de setembro, o oitavo mês em obras. O prazo previsto era de três meses sem chuva, cinco com chuvas (excessivamente longo, diga-se de passagem). E por onde anda o DEPLAN? A vereadora Bruna G. Salvador, líder do Governo, a exemplo de outros vereadores, também admitiu a excessiva morosidade dos serviços. Se esse modus operandi for utilizado na Rodovia dos Mineiros, uma década será consumida antes da fita inaugural. Se alguém nos informar uma obra pública em Urussanga nos últimos 25 anos que cumpriu o prazo estabelecido para a sua conclusão, vai ganhar um sorvete de uva Goethe da Sorveteria do Miraldo Concer, lá no histórico Bairro da Estação.
Quem reclama das obras públicas foi designado como chato. Chatos ou Chatice? Na realidade, aqueles que reclamam da morosidade das obras públicas não podem ser considerados como sendo chatos. No lugar dos chatos, deve imperar a chatice do cidadão com as obras no módulo começa para, para e começa, empresas trabalhando dois dias por semana. No esquema 2 por 5. Não há chatos nessa história, há apenas a chatice. As obras não descem redondo. Vivem engasgadas na garganta do cidadão.
“A lei não pode ficar no fundo de uma gaveta, como tantas outras”. Giselli Cunha, da Associação Girassóis Fibromiálgicos do Extremo Sul Catarinense, em pronunciamento na Câmara de Vereadores. Há anos uma palestra-depoimento não prendia tanto a minha mente.
Sobre o “trabalho escravo nas gelaterias da Alemanha administrada por italianos.” Deyvit Lunardi afirmando: “Quer mamata, vira político”. Grande parte da classe política praticamente toda arranhada. Até parece que saiu de uma briga de gato, o que não é necessariamente uma metáfora. É briga de gatos mesmo. A marca dos políticos é esta, mas não podemos generalizar. Tem também trigo neste joio.
Ricardo Castellar de Faria, carioca, engenheiro agrônomo de 51 anos, é a 10ª pessoa mais rica do Brasil. Detêm o título de “Rei do Ovo”. Ainda na infância, veio residir em Criciúma. Iniciou como empreendedor aos 8 anos pilotando um carrinho de picolé na Praia do Rincão, o carrinho do Esk Moni, e até hoje se afastou da carteira de trabalhado assinada por alguém. Iniciou a sua trajetória de empresário no ramo com a Granja Faria, no município de Lauro Müller. As 34 unidades da empresa produzem cerca de 16 milhões de ovos por dia. Haja ovo.
Vasco da Gama na zona de rebaixamento da Série “A” e jogador atacante do clube sendo alvo de operação policial contra o tráfego de armas e de drogas. Como diria o Janguinha: “Que fase, hein!”. Dizem que o Vicente De Bona Filho, torcedor fanático, está inconsolável, de astral baixo.
Foi-se o tempo em que um gerente ficava restrito numa sala com ar condicionado. Eu empurro carrinho sim, quando precisa”. Carla Cordeiro, Gerente do Supermercado Althoff de Urussanga.
Um dos fatos mais impactantes relacionados ao Aquecimento Global foi a inundação no Nepal e Tibete, que ceifou centenas de vidas e com milhares de desaparecidos. A causa foi o colapso e o desprendimento de uma geleira há mais de 7.000 metros de altura da Cordilheira do Himalaia, que em seu trajeto riscou do mapa muitas aldeias e cidades. Que o clima está se alterando não resta a menor dúvida.
Em nosso interior, festas para quatro “Madonnas” em três localidades: Na Linha Rio Maior, “Madonna Dei Campi” comemorada no mês de julho; também no mês de julho, “Madonna Delle Grazie” na localidade de Rio Salto. Em setembro “Madonna Del Banbin” na localidade de Coxia Rica e em novembro “Madonna Della Salute” em Rio Carvão.
Milhões de brasileiros trabalham para comer e vivem de pires na mão. Gregório Simão, jornalista.
No entardecer de um desses dias um cano de grosso calibre do SAMAE rompeu em frente à antiga MML- Mecânica Maestrelli LTDA. A pressão da água era enorme. Alguns mais afoitos afirmavam que finalmente havia chegado El Niño.
Outro afirmou que deu um estouro na “tubulassom”. Um terceiro cidadão que passava afirmou: “nunca vi tanta água jorrando na minha vida”.
Calma vivente, vá à Esplanada que você verá bem mais. É meu amigo Renato Bez Fontana, parece que cuidar do vinho Goethe, como foi e é o meu caso é bem mais tranquilo e menos problemático do que cuidar do abastecimento de água.
E lembrando que o seu sobrenome significa fonte de água, nascente. Então tá tudo em casa.
Se Minas Gerais tem o Zema, Urussanga tem o Dema.
ATTENTI RAGAZZI
Enrolado nos cadarços dos próprios sapatos. Este é o dilema de muitas pessoas. Uma das soluções seria a de usar sapatos sem cadarços. Concorda ou não?
Pode amenizar a situação.

Rafael Biz, a esposa Maria Aparecida e os filhos Álvaro e Matheus. A família unida rumo às compras com o objetivo de encher o carrinho




