SERGIO MAESTRELLI
- MARCIA MARQUES COSTA

- 2 de jul.
- 6 min de leitura

Fórum Municipal de Cultura reuniu agentes culturais e comunidade para debater políticas públicas do setor e eleger os novos conselheiros do CMPCUR. Evento ocorreu na Casa do Colono. Foram eleitos seis conselheiros titulares e seis suplentes representando a sociedade civil. Os representantes do setor público serão indicados pela prefeita Stela. Esperamos que os representantes a serem indicados pelo Executivo realmente participem, pois o setor, salvo raras exceções, foi campeão de ausências, acumulando um rol de desculpas, justificativas e afins. A ressalva não é nossa, e sim dos conselheiros.

Lauro de Bona, ou simplesmente “Seu Laurinho”, no Bar do Montanha em 1998. Ele começou a sua vida com um bar, passou pela fundação e administração da Sociedade Comercial Santo Antônio (Lauro de Bona & Dionísio Pilotto), loja referência para as décadas de 50, 60 e 70 e terminou a sua vida profissional num bar.
Cuidando do bar do Montanha, ele alertava: bebida até fazemos a fiado, mas cigarro só à vista. Grande seu Laurinho.
OS HÁBITOS ALIMENTARES DA BÍBLIA
Veja essas: “Jacó havia feito um cozido de lentilhas.” – Gênesis; “Come mel, filho meu, porque é bom.” – Provérbios; “Terra de trigo e cevada, de videiras, figueiras, romanzeiras, azeite de oliva e mel.” Deuteronômio; “Cinco pães de cevada e dois peixes.” – Evangelho de João; “Eles lhe apresentaram parte de um peixe assado. Ele o tomou e o comeu diante deles.” - Evangelho de Lucas.
CAPITEL DE SÃO PEDRO
Um capitel deveria provocar orações ao céu e não polêmicas. E é polêmica que está ocorrendo com o Capitel de São Pedro, que na realidade é o Capitel de Nossa Senhora de Fátima, herança de nossos pais e abandonado pela atual geração. Esse assunto puxado pelo Conselho de Cultura se tornou um vespeiro dentro da Câmara de Vereadores e da própria comunidade de São Pedro, dividida quanto ao tema. A Secretaria e o Conselho de Cultura, bem como a vereadora Teba, resolveram abraçar a causa e dela não vão abrir mão. Numa das últimas sessões da Câmara, o vereador Caio De Noni, se reportando ao capitel, deu a entender que “tombar era fácil, o difícil seria manter e a comunidade não iria cuidar, pois ele fica afastado da Igreja.” Precisamos registrar que esse afastamento não é tão grande. Pode ser medido em metros e não em quilômetros. O CAEP e demais membros da comunidade, que tão bem cuidam da igreja, do cemitério e da capela mortuária, também deverão saber cuidar do capitel. Se ela se recusar, então a comunidade erra e cai no vazio da história. Entendemos que a Paróquia Nossa Senhora Aparecida, através do Pároco Eduardo e do Pe. Miro, a qual a comunidade religiosa está subordinada, precisa dar a sua colaboração, interferir nesse processo e tomar as rédeas do assunto. Dizem que numa missa, quem canta reza duas vezes e quem faz obras na construção do Reino de Deus reza quatro vezes. Lembremos de São Bento, padroeiro da Europa, que registrou como lema a máxima Ora et labora (“reza e trabalha”). Os capitéis, distribuídos em vários pontos do município, constituem uma herança religiosa de nossos imigrantes que trabalharam demais e rezaram bastante. Assim sendo, os demais argumentos contrários se desmoronam. É preciso mais respeito com a religiosidade de nossos imigrantes que aqui aportaram e sobreviveram pela fé em Deus e pelo trabalho. Falando em nome da Cultura, o veredicto é este: O capitel precisa ser tombado, restaurado com o seu entorno revitalizado e a manutenção cabe à Igreja, ao CAEP, à comunidade. Este é o caminho e não há atalhos.

Na Vinícola Trevisol em Rio Caeté, ambiente aconchegante rodeado de história com equipamentos e utensílios que nos remetem à imigração, o Rotary Club de Urussanga efetuou a posse de Gilmar Trevisol e da esposa Edinéia para a presidência do clube e da Casa da Amizade. Na cerimônia, o filho Miguel fez questão de acompanhar o hino nacional cantando em voz alta. No cerimonial muito bem conduzido pela Nenna Miotello, uma emocionante homenagem foi dedicada à Judith Pillon (in memoriam). Presente no evento a filha Thaiz registrando que a mãe vive na filha. Após o almoço com seus divinos pratos salgados, doces e vinho Goethe, o tradicional brinde com espumante, reunindo dezenas de taças e percorrendo as instalações da vinícola.
PÍLULAS
O hino nacional brasileiro foi eleito como sendo o mais bonito entre os 48 hinos de países participantes da copa do mundo de 2026, de acordo com o jornal norte-americano The New York Times. O órgão de imprensa elogiou principalmente a sua gloriosa introdução orquestral de 28 segundos. Destacou a composição como uma obra prima musical. Então, em termos de hinos, já somos campeões.
Numa atitude burra e equivocada, retirou-se a prática de cantar o hino nacional nas escolas, implantado pela denominada ditadura militar. A supressão da disciplina de Educação Moral e Cívica, também conhecida por O.S.P.B. (Organização Social e Política Brasileira) foi um tremendo erro. Nos tempos do Rainha do Mundo, a titular da disciplina era a professora Jandira Gastaldon Damiani, grande mestra. Em termos de civismo, ninguém bate os norte-americanos: a bandeira tremula diariamente nos espaços públicos, estádios, nas indústrias, residências, eventos, parques...
O médico afirmou: “Esqueça o doce”. “Bem, ele falou para eu esquecer o doce e não para parar de comer doce.” Frase ouvida no almoço do Rotary Club na Vinícola Trevisol.
SC é o maior produtor nacional de tainha, respondendo por 45% da captura do peixe no Brasil. Além de uma atividade econômica, é manifestação cultural das mais tradicionais no Estado. Dependemos muito do mar e do vento, afirmam os pesquisadores. Neste ano, não houve um mar de água salgada, e sim um mar de tainhas de norte a sul. Interferindo na vida dos pescadores artesanais, o Governo quer inventar problemas para em seguida, apresentar soluções. Ou você não conhecia aquela máxima de criar o problema para apresentar uma solução?
Em plena copa do Mundo, a Serrinha de Rio Carvão/Santana avançou de fase.
Ainda não fez gol mas já tem a trave. Faltam ainda o guard rail do Miro Ghisi da SIE e as flores do Zé Bis.
Neste mês de junho, o Joinville E.C. foi eliminado da Série D do Campeonato Brasileiro pelo São Luís/RS. Era uma força do futebol de SC e rival histórico do Criciúma. O JEC desceu a Serra do Rio do Rastro, ou melhor, a Serra Dona Francisca sem freio, sem direção e no ponto morto. Com o impacto da queda, o clube ficou sem calendário para o restante da temporada.
Em determinados setores os cachorros ladram, mas a caravana passa. Azar dos corneteiros de plantão ou não.
Posto de Atendimento da Coopercocal agora na Rua Siqueira Campos, a emblemática Rua do Sapo. Com justiça e gratidão, homenageia Jahir Meneghel, um dos precursores do cooperativismo em Urussanga. Seu presidente Belha afirmou que a Coopercocal faz um atendimento humanizado, olho no olho, porque esse é um diferencial. Pessoas atendendo pessoas e não máquinas atendendo pessoas. Esse Belha é dotado de muita energia.
“A música é algo sagrado” – Jack Antonoff. Tem razão. A música é algo que vem do sagrado, que vem de cima, que vem dos céus.
Paralelo a isso, os 980 metros do asfalto da Rodovia da Imigração, na localidade de Rancho dos Bugres, seguem no sistema lenga-lenga.
Atuam no sistema 3x6, ou seja, se trabalha três dias e se folga seis.
Pelo menos foi assim no tempo da estiagem. Antes a culpa era da pedra, agora a culpa é da chuva. Seis meses para menos de 1 km de asfalto? A Diretoria de Trânsito precisa confeccionar placas com os dizeres “Devagar Asfalto”, semelhante aquelas do “Devagar Escola”. Vamos com calma que não temos pressa.
O vinho, antes de correr nas nossas veias, corre no copo, na taça, na caneca. É vero.
Na América do Sul, com o Peru e a Colômbia em termos de política, foi um “A Direita volver”. A onda conservadora anda varrendo os países da América do Sul. O vermelho sumindo e o azul assumindo. A grande razão, dizem os especialistas, é movida pelo desejo de mais segurança. A Esquerda, como se sabe, tem dificuldade histórica de lidar com o crime organizado. É complacente, encarando o fato como sendo problema das injustiças sociais. Não é bem assim.
Vivemos a estação do “capeletti”. Mas além dele, temos o “Benedetti, Brunetti, Ferretti, Maledetti, Mafioletti e o Sangaletti.”
Coisas do Fabiano Alberton, extensionista da Epagri de Orleans, que aqui em Urussanga já atuou, deixando um bom trabalho e boas recordações, a mais emblemática foi o susto do gambá
Futebol é o inesperado, o inexplicável, é um detalhe, é o imprevisível, o ilógico, o irracional. É adrenalina, é emoção.
Por isso, num jogo, sempre há grande sensação. Tudo pode mudar num segundo de acordo com os caprichos da bola. E o Equador, hein!
Na semana passada arrebentando o ego e ferindo o orgulho alemão.
E nesta semana foi o Paraguai. Suprema humilhação futebolística para os tedescos. Furando todos os prognósticos e ainda com um extraordinário feriado nacional no país do Solano Lopez, de Nádia Ferreira, da Perla...
A modernidade conferiu ligeireza aos vários departamentos da vida, tornando o tempo artigo cada vez mais escasso.
ATTENTI RAGAZZI
Essa é exclusiva para a Ioná Scarabelot Copetti de Araújo, que fez história com o Mercado Ceara, e para a Iracema Scarabelot Copetti Cacciatori, uma das grandes costureiras della Nostra Benedetta. Elas que são sobrinhas da nonna Ruzina e primas da Nilde.
A nonna Ruzina Scarabelot em seu dialeto peculiar afirmando: “Varda só quem que se vêde: La Ioná e la Irrrrracema em piena quarta-feira in piafa. Que desperdífio!
Vão in roça, in colônia laorar com la sapa.
Oh! Signor Benedetto”.




