MAURO PAES CORREA
- MARCIA MARQUES COSTA

- 20 de abr. de 2023
- 1 min de leitura
Uma solução nada moderna

Uma das grandes novidades que o mercado trouxe ao menos há dois anos, é a possiblidade do consumidor comprar produtos utilizando mais de um meio de pagamento, em especial o uso de dois cartões de crédito, por exemplo, o que facilita muito a venda de produtos de forma online.
Porém, o processo que deveria ser rápido em muitas lojas virtuais que aceitam esta facilidade, não traz o resultado desejado.
Sobram reclamações dos usuários sobre a demora, e as empresas dizem que se trata de “mecanismos com o objetivo de combater a fraude”.
Em temos de Inteligência Artificial, a desculpa torna-se inconveniente para o consumidor, que está acostumado (e com razão), com a agilidade do mundo digital.
Curiosamente, quem aplica este tipo de solução conservadora para a análise de crédito, é o segmento das grandes empresas. Trata-se de tamanho absurdo, que em muitas situações, acaba favorecendo o comércio de rua e shoppings, que na maioria das situações vão naturalmente aceitar mais de uma condição de pagamento e o cliente retira o produto na hora.
Realmente, não dá de entender um cenário como este, principalmente quando o Brasil, tratando-se de tecnologias de transferência de valores, adoção do e-commerce (lojas virtuais) e até mesmo o informalismo das vendas via WhatsApp, vivenciar estas situações.
Será preciso outra grande varejista pedir recuperação judicial para que o segmento “acorde” de vez e repense seus métodos de venda?




