MARCO ANTONIO MEDEIROS
- MARCIA MARQUES COSTA

- há 10 horas
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Vale a liderança
Em confronto direto na briga pela liderança, o Criciúma recebe o Vila Nova, neste sábado, dia 18, às 16h, no estádio Heriberto Hülse. Líder da Série B, com 33 pontos, o Tigre tem dois de vantagem para os goianos, que estão na segunda colocação, com 31. Uma vitória no confronto faz o Tigre praticamente garantir a primeira posição na virada do turno, o que significa um passo gigantesco na luta por acesso. Dos últimos 10 campeões do primeiro turno, apenas um não conseguiu o acesso (o Goiás, no ano passado). Um jogo que tem peso de decisão, mesmo ainda na metade da competição.
Desfalques
O técnico Eduardo Baptista perdeu dois jogadores importantes para o sistema defensivo. O goleiro Airton, com dores na panturrilha direita, e o zagueiro Cesar Martins, com uma lesão na posterior da coxa, estão fora da partida. Na meta, Pedro assume naturalmente a titularidade, enquanto Bruno Alves permanece na zaga. Ainda assim, mesmo com os desfalques, o Tigre mostra a força do elenco e mantém o mesmo nível de competitividade.
Recorde de público
O torcedor do Criciúma está convocado para o jogo deste sábado. Se você não tem compromisso, vá ao Majestoso. São 12 jogos de invencibilidade, liderança da Série B, confronto direto pela ponta da tabela e bom tempo. E o presidente Pedro Paulo Canella ainda mandou avisar: criança de até 12 anos, acompanhada de um responsável, tem entrada gratuita. Quer mais motivos? Esse é o tipo de jogo que pode marcar a campanha. É dia de o Heriberto Hülse fazer a diferença.
Maior audiência

Prestes a completar um ano de projeto, o Marconi Esportes da última quarta-feira, 15, teve a maior audiência da história do programa. Com a presença do presidente Pedro Paulo Canella tivemos recorde de participações no Whatsapp, quase 50 simultâneos no Youtube fora a enorme audiência do FM 99.9, no tradicional radinho. O presidente revelou situações importantes. Garantiu que não faltarão recursos e que o Criciúma não irá atrasar salários. Também falou sobre a busca por novas receitas. Quase mil sócios voltaram a ficar adimplentes na última semana; o clube fechou um contrato de naming rights para o Portão 3 do Estádio Heriberto Hülse, no valor de R$ 8 mil por mês; e está próximo de anunciar um patrocinador para o calção. Além disso, o presidente informou que existe uma parceria com uma empresa para a construção de novos camarotes, na Curva do Rio e na área do antigo placar eletrônico. A entrevista completa está disponível no canal de Youtube da Rádio Marconi.
Carava segue na briga
O Caravaggio segue na briga pelo acesso. Na última quarta-feira, 15, na Montanha, bateu o Tubarão, de virada, por 2 a 1, com gol nos acréscimos. O resultado mantém o Azulão na briga, agora na vice-liderança, com 30 pontos, contra 35 do Hercílio Luz, que venceu o Juventus. A conta é simples. O Caravaggio precisa vencer os três jogos restantes e torcer por pelo menos um tropeço do Leão do Sul. Um desses compromissos será justamente o confronto direto contra o Hercílio Luz, na penúltima rodada. Antes, o Azulão visita o Nação. Depois, encerra o campeonato diante do Juventus, em casa. O líder, por sua vez, ainda terá pela frente o clássico tubaronense na próxima rodada. Só um sobe e o campeonato promete emoções até o último jogo.
Final definida
Espanha e Argentina decidem o título da Copa do Mundo, no próximo domingo, 19, às 16h. Campeã em 2010, a Seleção Espanhola busca o segundo título mundial. Do outro lado, a Argentina busca o tetra, depois de conquistar a terceira em 2022, no Catar. A Espanha, em sua melhor atuação na Copa, eliminou a grande favorita França na semifinal. Foi a terceira vez consecutiva que os franceses caíram diante da La Roja em uma semifinal, repetindo o que aconteceu na Eurocopa de 2024 e na Nations League do ano passado. Já a Argentina superou a Inglaterra em um confronto carregado de rivalidade, com mais uma virada espetacular e gol nos acréscimos. O duelo também fez os argentinos relembrarem o histórico confronto de 1986, marcado pelo "Gol do Século" e pela "Mão de Deus", ambos de Diego Maradona.
Curiosidade

É a primeira vez na história das Copas do Mundo que o atual campeão da Copa América enfrenta o atual campeão da Eurocopa. A finalíssima, que não aconteceu em março deste ano, por falta de espaço no calendário, acontece domingo, no MetLife Stadium, valendo o troféu mais cobiçado do planeta terra.
O que nos resta é admirar; ou insistir em secar?
Durante muito tempo, torcer contra a Argentina foi um comportamento automático para os brasileiros. Algo cultural, passado de geração em geração. Nas duas últimas Copas, porém, essa seleção fez muita gente rever conceitos. Primeiro por Messi, e depois, por tudo que vou escrever abaixo.
No início do mata-mata, claro, vieram as secadas. Cabo Verde esteve perto. O Egito também fez sonhar com uma eliminação precoce. Mas, a cada jogo, ficou mais difícil ignorar o que essa Argentina entrega dentro de campo.
É um time aguerrido, sanguíneo, que representa o seu povo. Jogadores que parecem torcedores em campo, que disputam cada bola como se fosse a última, que não desistem. Um elenco que joga por um objetivo e por Messi. É impossível não admirar. Independentemente do que acontecer, já escreveram uma história espetacular.
E Messi? O que falar de Messi?
O maior artilheiro da história das Copas, com 21 gols. Maior assistente, com 12 assistências. E o primeiro jogador a ser titular - se isso se confirmar - em três finais de Copa do Mundo. O maior jogador do século, aos 39 anos, carregando uma seleção que joga por ele. É contagiante.Nos faz sentir inveja, acima de tudo. Como seria gratificante ter um time do Brasil com essa identidade, engajamento, entrega e com o seu líder se cuidando fisicamente. Não temos, e nos resta ter admiração, inveja ou raiva do momento. O que sentir? Muitos vão secar, com razão. Por aquele sentimento. Outros vão admirar, e alguns vão torcer. Se for a Argentina a campeã, chegarão ao tetra com muitos méritos.




