Falta de voluntários pode acabar com escotismo em Urussanga
- MARCIA MARQUES COSTA

- há 23 minutos
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O movimento escotista, que iniciou em Urussanga sob as bençãos do Monsenhor Agenor Neves Marques na década de 1960, teve um tempo na inatividade e posteriormente voltou com força total,mas agora corre um sério risco de novamente ter suas atividades paralisadas.
A informação foi repassada à reportagem de Panorama pelo Chefe do 26º Grupo de Escoteiros de Urussanga - Carlos Silva.
Segundo ele, o Grupo está sem atividades no momento por falta de adultos voluntários para executar os trabalhos que envolvem o movimento escoteiro.

“Precisamos de oito pessoas para iniciar o processo de seleção através de documentos que comprovem boa conduta. Além destes, se estiver tudo certo, é feito o registro do membro adulto na União dos Escoteiros do Brasil.
Após o registro, os membros farão um curso de proteção infanto-juvenil e um curso preliminar, estes dois para preservar, conhecer e saber conduzir as atividades escoteiras visando sempre o bem estar, a disciplina e ordem entre crianças e adultos “ explicou Carlos.
Quem deseja se tornar um chefe escoteiro, é necessário ser maior de 18 anos e não ter restrição na justiça, seja municipal, estadual ou federal. Finalizando o seu apelo, o Chefe do 26º Grupo de Escoteiros de Urussanga disse: “reforço ainda que o voluntariado em nossa região está cada vez mais difícil. Os dias passam voando e as pessoas estão escolhendo como prioridades o passeio, o lazer e o descanso, merecidos diante de uma semana árdua de trabalho” finalizou.




