Lete quer solução para falta de água em São João do Rio Maior
- MARCIA MARQUES COSTA

- há 3 horas
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Na terceira Sessão Ordinária da CMU em 2026, realizada na quarta-feira, 18 de fevereiro, a vereadora Izolete Duarte Vieira usou a tribuna para destacar duas pautas consideradas urgentes, sendo a situação do abastecimento de água na comunidade de São João do Rio Maior e os desafios da inclusão escolar de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
Ao cumprimentar os presentes e os telespectadores da TV Câmara, a parlamentar relatou reunião realizada com o Samae e moradores da localidade, que enfrentavam problemas com água suja e turva.
Segundo Izolete, após o encontro — que contou também com a presença do vereador Ivan Vieira — houve avanço nas tratativas. “Em conversa com o diretor do Samae, Renato Bez Fontana, ele me passou que a empresa de São Paulo vai vir, vai estar aí na semana que vem, para sanar essa situação”, afirmou. A empresa deverá realizar o tratamento da água e ainda oferecer treinamento aos servidores do Samae. A vereadora solicitou ser comunicada sobre a agenda da equipe técnica para acompanhar os trabalhos.
Na segunda parte do pronunciamento, Izolete voltou-se à pauta da inclusão escolar. “O transtorno do espectro autista não é uma escolha, não é falta de limites e não é birra. É uma condição que exige compreensão, preparo e, acima de tudo, inclusão verdadeira”, declarou. Ela ressaltou que alunos com TEA possuem potencial e necessitam de acompanhamento adequado, profissionais capacitados e suporte multiprofissional.
A parlamentar também destacou que a inclusão não se limita aos estudantes com diagnóstico. Para ela, é fundamental que as demais crianças aprendam a conviver com as diferenças. “Inclusão não é apenas colocar na mesma sala. Inclusão é garantir participação, aprendizado e dignidade”, pontuou, defendendo formação continuada para professores e
apoio efetivo às escolas.
Izolete informou ainda que pretende procurar a Secretaria de Educação para dialogar sobre situações relatadas por famílias. “Não é fácil ser professor dentro de uma sala de aula”, reconheceu. Ela defendeu reuniões com pais, acompanhamento social e políticas públicas que assegurem suporte às famílias e às escolas, reforçando que uma cidade desenvolvida
é aquela que cuida de todas as suas crianças.










